
Timothy McVeigh recebeu medalhas de mérito por ter sido um soldado modelo da Guerra do Golfe. Mais tarde resolveu vingar-se do mesmo Governo que o condecorou.
Em 1988 encorporou o Exército norte-americano onde rapidamente se tornou líder. Amante das armas de fogo, vivia segundo a filosofia "sobrevivencialista", acumulando bens de primeira necessidade e armas.
De regresso aos EUA defende a seita Davidiana de Waco, cercada pelo FBI. O "bunker" foi incendado e os membros da seita morreram, conduzindo McVeigh à vingança do Governo. A 19 de Abril de 1995, dois anos após o massacre d Waco, Timothy McVeigh coloca três toneladas de explosivos no interior do edifício Afred P. Murrah de Oklahoma, onde funcionavam departamentos do Governo.
Após a "lição" dada ao Governo Federal dos EUA, o sobrevivencialista é condenado por conspiração, uso de arma de destruição massiva, destruição através de explosivos e oito assassinatos.
Às 7h14 do dia 1 de Junho de 2001 é executado o primeiro prisioneiro a nível federal, desde há 38 anos.
Os EUA são um dos países onde mais se executa a pena de morte, sendo a única grande democracia a fazê-lo.
Paradoxo este, pois os EUA são um dos países fundadores de uma instituição designada Organização das Nações Unidas, e também Membro Permanente do Conselho de Segurança, com direito de veto. Instituição essa que elaborou a Declaração Universal dos Direitos do Homem que proclama, no seu artigo 3º, o direito à vida.
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